sábado, 11 de agosto de 2007

Saudade, flor arbitrária

... Estavam mesmo me esperando com flores e beijos. Um aéreo mundo construído para minha chegada. Os amigos todos vestidos à antiga: homens de fraque, mulheres com longos vestidos, crianças com casaquinhos bordados, amarelecidos. Balões coloridos ensaiavam com os ventos uma profunda música de silêncio; enquanto que o tempo era uma espécie de resquício de um passado denso e de um futuro sonhado... Em tudo, tudo, se manifestavam as emanações da saudade, planta rara que só ali prosperava. Só ali prosperava, saudade - flor arbitrária.

3 comentários:

Carlos Barbosa disse...

Que beleza, sô! Que magnífica recepção! Seja bem-vinda de volta o retorno e tudo o mais que beleza o lugar a voz de Fagner e a música o verde o mar o lugar e todas as águas e a música a cerva o lugar e o mar. Abr. Carlos

Renata Belmonte disse...

Ah, minha amiga! Que saudade eu estava de você! E de mim tb! Bjs

Personagem Principal disse...

Aeeeeeeee! Reformou tudo, hein? Ainda bem que voltou, Nauta! Bjs.