domingo, 7 de setembro de 2008

A estrangeira


Pai e mãe eram padrinhos de muitos meninos. Nesse batizado, realizado na Igreja de Nossa Senhora das Graças, foi o momento do retrato. Vejam que eu me escondia atrás do povo. E mãe tentava me tirar de lá. O retratista não esperou, mandou o flash. A menina da ilha agarrou-se a pai, mais uma vez, que ela não era besta de fugir daquela luzinha que saía da máquina.

3 comentários:

Bernardo Guimarães disse...

Nesta fase, eu estava mais para a menina da ilha: gostava de me exibir. Depois passei a me esconder. Hoje mal boto a cara pra fora!

Luli Facciolla disse...

Passei pra me atualizar!
Fim de semana sem computador... Me dei folga!

Lindos os ultimos posts!

"Remedando" Bernardo: Vc é meu ídolo!

Beijos

maria guimarães sampaio disse...

Eu e Bernardo, Bernardo e eu. Eu, ao contrário, me escondia naquele tempo. Hoje, exibiiiida de fazer dó!