segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Os amigos


Queria entender por que as pessoas vão embora. Chegam tão felizes, me abraçam, dizem coisas de amar. Depois vão embora. Sem um sinal, um bater de porta, um adeus entre duas palavras. Nada. Dolorido silêncio. Os amigos.


Imagem: www.flickr.com

12 comentários:

Anônimo disse...

Um dolorido silêncio que vale para quem conta sempre.

Carlos Barbosa disse...

Amigo nunca vai embora, aérea persona, a gente é que às vezes some ou a vida nos engole por um momento, as tais exigências - trabalho, filhos, estudo, diversão diversa, dívidas a pagar, brigas de família a administrar, amor que se tem, essas coisas que nos ocupam, não é? O negócio é bater asas e seguir o plano de vôo, sempre. Abr. (carlos)

Personagem Principal disse...

Concordo com Carlos Barbosa. Em tudo. Bjs.

Janaina Amado disse...

É, o Carlos tem razão, amigo não se vai, fica ao lado da gente, mesmo quando ausente. Mas existe amigo que... deixa de ser amigo, some no munfo. E então é um dor tão grande que a gente sente! Abraço solidário, Nauta.

Bernardo Guimarães disse...

veja o que é um escritor: é o que consegue dizer COM TODAS AS LETRAS o que precisamos dizer e não achamos um jeitinho na hora. Carlos falou por mim tambem.
Tamos juntos, apesar de distantes.
Qualquer coisa, grite, a gente acode!

Marcus Gusmão disse...

Quem é vivo sempre desaparece.
Concordo também em tudo com Carlos.
bjs.

Carlos Rafael Dias disse...

Abro a porta sem bater
Vou embora em silêncio
Não quero perturbar sua paz
Mas volto sempre pra aprender
Contigo nesse espaço sem fim
Plano e faço planos
De escrever algo no mínimo
Parecido com você

Renata Belmonte disse...

Estou sempre aqui para qualquer coisa.
Bjs

Anônimo disse...

Amigos vêm e vão. Ou Pessoa estaria equivocado, Carlos Barbosa? ("Que ânsia distante perto chora?").

Carlos Barbosa disse...

Que pessoa não se equivoca, meu caro? Abr. (carlos)

Críticas Criticáveis disse...

Amigos vao e vem e o bom mesmo sao as memorias q se tem....

Edu O. disse...

uns parecem os amigos imaginários de infância, desaparecem e nunca mais dão as caras. dói!