quarta-feira, 30 de julho de 2008

das boas maldades

De novo aqui empurrando quefazeres. Pois humor é rio pantanoso, e todo dia acordo afogada em plantas aquáticas. Não é chororô não. Aliás, é chororô sim, porque tenho direito de continuar chorando. Não sou adepta do otimismo, e quem me conhece sabe disso: que quando criança lasquei os cantos da boca de tanto chorar. Então, deixem eu lascar os cantos da boca de novo. Que é bom como dar uma boa gargalhada. E me lembro repentinamente da história de um primo matuto que foi nos visitar. E vendo grudada no alto da parede a lata de cera (de encerar casa) sonhou alto. E pediu "tia Té, me dá um pedaço daquela goiabada?" Mãe riu e explicou didaticamente que aquilo não se tratava de goiabada, etc. "Ah, era pra dar!", exclamou minha irmã. Realmente, é verdade. Minha irmã estava certa: era pra dar mesmo um pedaço de cera pra ele.

Um comentário:

Mônica Menezes disse...

Sim, sim, cera nele!